Estrada da Circunvalação - Resumo da 1ª Reunião

Mai 12 2015

Estrada da Circunvalação – Resumo da 1ª Reunião

Porto, 5 de maio de 2015

 
Circunvalação – Reunião entre a CMP (Vereador do Urbanismo – Manuel Correia Fernandes, e adjunto – Pedro Baganha) e representantes da Campo Aberto, MUBi, Associação de Cidadãos do Porto e TransportesPublicos.pt (Nuno Gomes Lopes, Paulo Silvestre, Hugo Borralho)
O encontro com a vereação do urbanismo permitiu que fossem apresentadas as principais questões que emergiram da reunião realizada na sede da Campo Aberto e do debate desenvolvido online sobre o projecto de requalificação da Estrada da Circunvalação, N12.
Todos os presentes reconheceram que a história e, em particular, as intervenções mais recentes sobre a Estrada da Circunvalação têm-se centrado no tráfego automóvel, e que essa era uma aproximação que interessava mudar, para a requalificação do espaço-canal. O executivo realçou que a prioridade era de tornar a Circunvalação mais urbana, o que implicará reconfigurar perfis e tornar a via mais segura e conveniente para peões e ciclistas. Foi também reforçado que o transporte público teria um papel crucial, ainda sem certezas quantos aos moldes em que isto irá ocorrer. Foi também assinalado que o carácter distribuidor de tráfego que a Circunvalação tem neste momento irá manter-se no futuro. Os cruzamentos com a A3 e a Via Norte e as zonas da Areosa e Norteshopping irão ser revistos, de modo a que as circulações em modos suaves pudessem ser garantidas em segurança.
Reconheceu-se o interesse do documento elaborado pela Área Metropolitana do Porto, esboçando um “Programa Metropolitano para a Qualificação Urbana da Circunvalação” e o seu valor para aprofundar o debate sobre os princípios de intervenção neste eixo intermunicipal.
Foi acordado remeter uma pequena apreciação escrita sobre este documento, assinalando os aspectos que merecem maior aprofundamento ou até revisão, na perspectiva das associações presentes.
Ficando estabelecida esta forma de participação, o vereador Manuel Correia Fernandes ausentou-se, tendo-se continuado a conversa com o Arq. Pedro Baganha, focada na possibilidade e interesse da implementação dum sistema cicloviário na cidade do Porto.

Anteriormente, sobre este tema: Estrada da Circunvalação – Participação Pública

Uma Circunvalação amiga de todos

2 Comments

  • Eduardo Ferreira 21/05/2015 at 10:45

    Viva
    No seguimento da discussão sobre a circunvalação e condicionantes da fluidez do transito, ainda não vi esta ideia expressa. Penso que pode ser ajustada a outros contextos, mas depende essencialmente dos operadores de transporte público e autarquias. Ou seja, espaço, empresas e comportamentos.
    Em algumas estações do metro (oud outro operador), existe espaço à superfície, que podia ser atribuído ao veículos 2 rodas. Normalmente são pequenos espaços, mas se bem dimensionados/utilizados, (descriminação positiva), podem tornar-se numa imagem de marca e de comportamentos. Nessa inter-ação tem que haver logicamente empenho dos transportadores da autarquia e autoridades. Sensibilização precisa-se. p.e: No polo Universitário da Asprela, há um enorme espaço que devia ser atribuído às 2 rodas, (habitualmente estão lá algumas).
    Fornecendo espaço “legal”, “seguro” e “útil”, os comportamentos mudam. Quem nunca viu cidades europeias cheias de veículos 2 rodas estacionados? Não estamos a inventar a roda

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    • Nuno Gomes Lopes 30/09/2015 at 12:18

      Bom dia, Eduardo. Quando fala de condicionantes da fluidez de trânsito está a referir-se a gincanas, lombas, etc.?

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